TEMPO DE LUZES!
Circulando pela cidade, já
podemos ver casas, ruas e praças enfeitadas com luzes faiscantes, uma beleza!
Daqui a poucos dias, estará toda a cidade nesse brilho. A Praça da Feirinha...
que maravilha!
No ano
passado, uma de minhas irmãs chegou mais ou menos nesse tempo, só que depois do
Natal. E, ao buscá-la na rodoviária, precisei fazer um caminho mais longo para
chegar ao destino, pois ela ficou encantada com tudo o que via.
Passamos por
vários lugares, até mais de uma vez, para ver melhor, de um lado e do outro. Muita
emoção! Dizia que nunca havia visto ornamentação tão rica, tão grande! Suntuosidade
única!
No dia
seguinte, fomos à Santa Missa e lá na igreja também, o brilho era enorme.
Católicas que somos, ali é que ficamos ainda mais felizes, ao encontrar o
verdadeiro motivo de tanta empolgação, o verdadeiro sentido de se encantarem
tanto, os olhos que transitam pelas ruas de nossa cidade.
E é aqui que
eu quero chegar e onde cabe-nos uma reflexão: Quer queira ou não, é Ele o
dono da Festa. Pense ou não no porquê de tudo isto: só tem realmente
sentido porque Ele existe e não há quem possa dizer o contrário.
Ele veio – e
está no meio de nós!
O que nos
entristece um pouco, é saber que muitos enfeitam casas, jardins, e até telhados
e ruas – sem pensar no Fato Extraordinário que é O NATAL!
O NATAL,
meus irmãos, é a maior data da Cristandade! Jesus, o Filho de Deus, veio ao
mundo e dividiu a História da Humanidade. Dividiu-a em duas grandes partes:
Antigo Testamento e Novo Testamento! Ou seja: Antes de Cristo – e Depois de
Cristo! Quem duvida?!
Os grandes
Letrados, Estudiosos de todas as Áreas do Conhecimento, conhecem e, forçosamente, utilizam as expressões: a.C. e
d.C. Não há como não utilizar! Como situar fatos que aconteceram antes da Sua
Vinda e depois da mesma?
O bonito de
toda esta História é ter a certeza de que Ele está com todos, Ele ama a todos,
incondicionalmente; ama a todos e a cada um de nós, não importa nacionalidade,
condição social, habilidades, atitudes, conhecimentos vários, religiosidade...
Nada disto a
Ele importa; somos todos Filhos de Deus, viemos de Deus – e vamos voltar para
Deus! E vamos, certamente, prestar contas das boas ações que aqui praticamos.
Apenas isto. Compete, portanto, a nós, buscá-lO, enquanto se pode achar; Ele
nos conhece, chama-nos pelo nome e nos ama. Da parte dEle, tudo bem: façamos a
nossa parte! Chame-O, você – e eu também! E que Ele nos ouça e nos atenda.
Amém?!
E folgo em
dizer, com fé: “Maior Luz, é JESUS!”
Celina